83 anos do Aeroclube de Juiz de Fora: seis curiosidades que você precisa conhecer

Aeroclube Juiz de Fora
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O Aeroclube de Juiz de Fora é um grande símbolo da cidade. Desde 1938, quando um grupo de amigos decidiu fundar um clube de aviação, muita coisa mudou. Nos tornamos referência na formação de pilotos e hoje, 83 anos depois, temos a certeza de que cumprimos um papel importante na história da aviação brasileira.

Para comemorar mais um ano de trabalho, reunimos algumas curiosidades que você precisa conhecer. Vem com a gente conhecer um pouco da nossa trajetória.

O aeroclube nem sempre esteve no bairro Aeroporto

Você sabia que o Aeroclube já teve outro endereço? Em 1938, um grupo de juizforanos fascinados pela aviação decidiu fundar um clube de fomento ao tema. A iniciativa foi oficializada com um edital no Diário Mercantil, antigo jornal da cidade.

A primeira sede do clube era localizada no Edifício Juiz de Fora, no Centro. Dois anos depois, chegou sua primeira aeronave, um Porter Field Americano – PP-GAN, e logo vieram outras. À princípio, a formação de pilotos acontecia no Campo de Benfica, no bairro Nova Era, onde também pousavam e abasteciam aviões militares em treinamento.

Foi só em 1975 que o Aeroclube ganhou uma nova casa, 17 anos depois da inauguração do Aeroporto de Juiz de Fora (Serrinha). Na época, sua frota era formada por 15 aeronaves, sendo 13 aviões e 2 planadores.

A segunda brasileira piloto se formou no ACJF

A segunda piloto do Brasil, Carolina de Assis Repetto, se formou no Aeroclube de Juiz de Fora em 1940. Aos sete anos de idade, ela assistiu o primeiro avião a pousar em Juiz de Fora, no antigo Campo de Benfica. Na época, o avião precisou fazer uma parada por falta de gasolina, o que impedia o trajeto direto entre Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Encantada por aviões desde jovem, Carolina começou a treinar escondido da família e se formou a primeira piloto de Minas Gerais. Mesmo apaixonada pelo que fazia, Carolina deixou a aviação para cuidar de seus nove filhos, mas sua passagem ficou registrada em fotografias.

A tradição da Esquadrilha da Fumaça

A demonstração da Esquadrilha da Fumaça se tornou uma grande tradição em Juiz de Fora. Desde 1987, milhares de pessoas se reunem para assistir os caças da Força Aérea Brasileira decolarem da pista do Aeroclube.

O espetáculo conta com uma formação de sete aeronaves que realizam cerca de 50 acrobacias. A apresentação, que dura cerca de 35 minutos, hoje faz parte da programação do Aerofest.

Aerofest: o grande evento de aviação

E porque não ter uma grande festa da aviação? Foi com o intuito de aproximar a população da aviação civil e militar que o Aeroclube criou o “Aerofest – Um Brinde a JF”. O evento acontece desde 2018 em parceria com a Prefeitura de Juiz de Fora e a Associação Juizforana de Modelismo (AJAM).

Durante as edições, milhares de pessoas se reúnem para ver a exposição de aeronaves, aeromodelos e até carros antigos. O evento também reúne gastronomia e música, e a atração mais esperada é a Esquadrilha da Fumaça, uma tradição da cidade.

Recorde sulamericano de saltos

O Aeroclube de Juiz de Fora foi palco de dois recordes sulamericanos batidos simultaneamente. Entre os dias 13 e 14 de julho de 2019, a equipe de paraquedismo SkydiveJF realizou 111 saltos.

Os saltos começaram às 17h20 do sábado e encerraram às 11h59 da noite seguinte. O feito entrou para a história como o maior número de saltos no período noturno e em 24 horas. Saltar à noite já é por si só um grande desafio, por conta da baixa temperatura e visibilidade. Por regra do evento, não foi permitido revezar o paraquedista.

O Aeroclube possui 20 aeronaves

Durante seus mais de 80 anos, o Aeroclube cresceu e hoje conta com uma frota de 20 aeronaves. Dentre os modelos estão: Aeroboero 180; Cessna 150, 152 e 172; Corisco Aspirado; Paulistinha; Seneca II; Tupi 140, 160 e 180 e o Uirapuru T-23.

Os pilotos em treinamento também podem contar com três tipos de simuladores, que contribuem com a experiência de voo. O simulador Boeing 737-800NG é o mais conhecido deles, que reproduz com fidelidade a performance clássica aeronave de companhias aéreas. Existem ainda os simuladores MLTE SBPA, que representa um Seneca II, e o MNTE GA-18, que representa o CESSNA C182 230T.

Quer fazer parte desta história e se formar piloto no Aeroclube de Juiz de Fora? Entre em contato com nossa equipe e descubra qual de nossos cursos fará a sua carreira decolar.

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