Curitibana aprende a voar no Aeroclube de Juiz de Fora com o sonho de transportar o time do Corinthians

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Nascida em Curitiba, a salva-vidas Daphne Bittencourt Benacchio Teixeira queria muito mudar de profissão, mas ainda não sabia o que fazer. Foi quando ela resolveu optar por um trabalho que, um dia, pudesse transportar seu time de futebol do coração: o Sport Club Corinthians Paulista. Neste trabalho, a forma como ela poderia ajudar seria realizando viagens por meio da companhia aérea utilizada pelo time: a Gol. Portanto, ela precisava ser piloto de avião; e, dessa forma, a aviação entrou em sua vida.

Em busca de seu sonho de se tornar piloto para ficar mais perto do time paulistano, ela pesquisou na Internet o melhor aeroclube que pudesse ajudá-la a se tornar aviadora. Foi nesta pesquisa que ela optou pelo Aeroclube de Juiz de Fora, local que apresentou o melhor custo-benefício para seu aprendizado.

Depois de 20 dias de treinamento, Daphne chegou ao tão sonhado momento de realizar seu voo sozinha na aeronave Cessna C152, pela primeira vez. Ela ficou ansiosa, mas, quando entrou no avião e começou a conversar com o instrutor, acalmou-se. “Mesmo assim, é um momento de muita concentração e, por ser um dia atípico, tanto o instrutor quanto o aluno ficam mais apreensivos”, explicou.

Antes de realizar seu primeiro voo solo, ela estava voando com seu instrutor, quando ele assumiu o comando do avião e disse no rádio que a aluna já estava apta para seu voo solo. Daphne ficou surpresa, pois não sabia que ficaria sabendo assim sobre sua hora de voar sozinha. “Quando pousamos, e ele saiu do avião, respirei fundo, relembrei de tudo o que ele havia me dito antes, esperei a pista livre para ingressar e fui…”.

A sensação de voar sozinha na aeronave, pela primeira vez, ela mesmo descreve: “depois que decolei, foi uma sensação inexplicável de liberdade, sentimento único e vontade de ficar horas ali voando. Nunca senti nada parecido. Na hora do pouso, tive a certeza de que quero isso para minha vida, pois é uma mistura de dever cumprido, alívio e saber que realmente sou capaz de pilotar um avião”, explicou.

Ao pousar e descer da aeronave, Daphne já era esperada pelos seus amigos do Aeroclube. “Na hora do batismo, foi muito legal reencontrar as pessoas que estavam ali torcendo para que tudo desse certo. Fui recepcionada por elas que estavam com um sorriso gigante no rosto e, depois do banho, ganhei um abraço do instrutor”, falou, emocionada. E completa: “antes do voo solo, ouvir dele que ia me aguardar para a volta, sem dúvidas, foi a melhor sensação da minha vida”.

Após o curso de Piloto Privado do Aeroclube de Juiz de Fora, Daphne pretende seguir seus estudos com o curso de Instrutor de Voo de Avião (INVA) e de Piloto Comercial de Avião (PCA). Ela ainda revela que, após conseguir transportar seu time do coração, pretende seguir carreira para atingir o posto de piloto da principal companhia aérea dos Emirados Árabes Unidos: a Emirates. *Outras informações com o Aeroclube de Juiz de Fora pelos telefones: (32) 3233-1004 ou (32) 99910-8001.

Texto: Flávia Cocate
Fotos: arquivo próprio e do Aeroclube de Juiz de Fora

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