Piloto descobre grande admiração pela aeronave Paulistinha

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O amor pela aeronave Paulistinha é visível. O aluno do curso de Piloto Privado do Aeroclube de Juiz de Fora, William Gabriel Arruda de Moura, nasceu em Itaboraí (RJ) e mora, atualmente, em Niterói. Apesar de ter tido a decisão de ser piloto há apenas dois anos, é notória sua admiração pela carreira e, principalmente, pelas aeronaves convencionais.

“Minha primeira hora de voo foi feita no Cessna. Mas, depois, fui voar o Paulistinha e achei o avião muito diferente. Exige muito mais pé e mão (habilidade). Quando desci da aeronave, eu senti que gostei muito mais, por algum motivo que não sei bem explicar. Não sei se é porque eu gosto de coisa antiga, só sei que adorei o Paulistinha”, afirmou.

Também chamado pelos amigos pelo apelido de “Niterói”, o William decidiu ser piloto quando estava terminando seu Ensino Médio. Ele até preferiu terminar os estudos com supletivo e, ao mesmo tempo, já dar início aos estudos teóricos para poder fazer a banca da ANAC para Piloto Privado. Vale ressaltar que ele estudou sozinho em casa, utilizando links com material gratuito disponibilizado na Internet. Seu único contato com aviação foi o sobrinho da amiga de sua mãe que já era piloto e passou algumas dicas sobre estudos e carreira.

Assim que foi aprovado na banca da ANAC, William seguiu a recomendação do seu contato pela instrução do Aeroclube de Juiz de Fora e comprou um pacote de 30 horas de Piloto Privado no Paulistinha. “Depois que voei duas horas somente por curiosidade, não senti nervosismo algum. Parecia que eu já tinha voado várias vezes. Achei bem tranquilo fazer as curvas e os procedimentos normais”, revelou.

Apesar de ser difícil, ele explica que se dedicou tanto a estudar o convencional que conseguiu não tomar nenhuma reprovação nas suas horas de instrução no Paulistinha. “Eu pesquisei tanto, inclusive a história do avião no pós-guerra. Tudo que eu tinha que saber da aeronave, eu estudei”, comenta, com orgulho.

Aviação agrícola

Uma das linhas que o William já decidiu seguir, inicialmente, é a aviação agrícola, além de reboque de planador e reboque de faixa. Mais, futuramente, ele pretende tentar, também, a linha áerea. Ele irá  terminar o curso de Piloto Privado no Aeroclube de Juiz de Fora, seguir com o Piloto Comercial, passar pelo curso de Instrutor de Voo, focando, principalmente, no avião convencional, e realizar o curso de CAVAG – curso de Aviação Agrícola. “Sempre gostei de ensinar as pessoas. Quero também trabalhar como instrutor de voo no convencional. Quero ajudar as pessoas a voar convencional”.

Quando perguntado sobre qual seu desejo para o futuro na aviação, ele revela: “quando eu penso na imagem de um piloto às 5h30 da manhã lá no alto, no seu avião Ipanema, cuidando do produto que irá lançar sobre a plantação, eu me imagino nessa cena. Nunca tive a oportunidade de ver isso de perto, só acompanho as histórias que os pilotos agrícolas me contam, mas é isso que eu desejo para meu futuro profissional”, explica.

Aeroclube de Juiz de Fora

Desde 1938, o Aeroclube de Juiz de Fora forma pilotos profissionais para o mercado da aviação do país e mundo afora. Mais de 12 mil pilotos já se formaram na escola de aviação civil juiz-forana, que conta com diversos cursos de aviação, com destaque para os cursos de Piloto Privado, Piloto Comercial e Instrutor de Voo Avião. *Outras informações, entrar em contato com o Aeroclube de Juiz de Fora pelos telefones: (32) 3233-1004 ou (32) 9 9949.7691.

Texto: Flávia Cocate

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