O que você aprende no Curso de Piloto Privado do ACJF

Programa de Instrução Piloto Privado de Avião
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Escolher uma escola de aviação confiável é muito importante para garantir a qualidade e a segurança da sua formação como piloto. Por isso, o mais indicado é buscar por Centros de Instrução de Aviação Civil (CIAC) certificados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

O Aeroclube de Juiz de Fora, por exemplo, recebeu sua certificação Tipo 3 no início de 2021. Portanto, ela tem permissão, estrutura e capacitação para ensinar a teoria e a prática de pilotagem de aviões monomotores.

Quer aprender a pilotar em uma escola que é referência no mercado? Conheça o Programa de Instrução do Curso de Piloto Privado de Avião do ACJF. Saiba quais os conteúdos abordados nas instruções de solo e de voo, e como acontecem as avaliações.

Programa de Instrução do Curso de Piloto Privado de Avião

Etapa 1: Instrução no solo

Na primeira etapa do curso prático de Piloto Privado de Avião, o aluno irá receber instruções no solo, a fim de se familiarizar com a aeronave. Essas aulas podem ocorrer tanto em sala de aula, quanto na cabine da aeronave, porém sem levantar voo. A duração desta fase tem cerca de 7 horas.

A intenção é que o aluno possa reconhecer as características da aeronave e o layout da cabine, como funcionam os sistemas e quais as checklists, procedimentos e comandos que devem ser feitos pelo piloto. O aluno poderá, inclusive, manusear os equipamentos da cabine com a orientação e supervisão do instrutor.

Em seguida, o aluno aprende quando é necessário apresentar um plano de voo e qual a sequência operacional. Por exemplo, ao planejar um voo, o piloto precisa pedir autorização de decolagem, apresentar os documentos da aeronave, equipamentos, mapas e cartas. A aeronave precisa estar com as inspeções em dia, e o piloto deve fazer toda a conferência, ajustar o painel, o assento e os pedais, antes de verificar o funcionamento do motor.

No ar, o piloto deve pedir autorização de pouso, estacionar com segurança, verificar o desligamento dos equipamentos e do motor, e a amarração da aeronave. Por fim, os documentos da aeronave devem ser preenchidos e entregues.

Se o aluno apresentar bom desempenho nas aulas de solo, ele pode ser autorizado a movimentar a aeronave sem decolar (taxiamento). Antes de ser direcionado para a segunda etapa do curso, o aluno deve passar por um teste para comprovar os conhecimentos adquiridos. Só então ele poderá seguir para os treinamentos de voo.

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Etapa 2: Instrução prática de voo

As aulas práticas vão preparar o aluno para operar a aeronave com segurança, respeitando o manual de voo e voando dentro dos limites da licença de Piloto Privado. Ou seja, após ser habilitado, o aluno terá permissão para voar de maneira autônoma e não-remunerada. Para que isto se torne uma profissão, ele precisará seguir estudando até se formar um Piloto Comercial.

Na segunda etapa das aulas práticas de Piloto Privado, o estudante irá aprender a: controlar a aeronave, coordenar altitude e potência, treinar manobras e aproximações. Ele também aprenderá procedimentos avançados, de emergência e de navegação. Os treinamentos serão diurnos e noturnos, com acompanhamento do instrutor, e voos solos. Por último, o aluno fará uma avaliação para o voo de cheque.

As aulas são divididas em missões, definidas conforme o tipo, período e tempo de voo. Durante cada missão, o aluno aprende um conjunto de exercícios, que seguem a metodologia do ACJF. Para que os exercícios sejam completados com êxito, o aluno deverá memorizar, compreender, aplicar e executar todas as tarefas, mostrando seu avanço no aprendizado.

Ao atingir um nível de proficiência aceitável, o aluno estará apto a avançar para a próxima missão. Para concluir todas as fases do treinamento são necessárias 42 horas.

Confira os conteúdos abordados em cada unidade

Unidade 1: Reconhecer e gerenciar ameaças e erros.

Unidade 2: Efetuar os procedimentos anteriores ao voo, inclusive determinação de peso e balanceamento, inspeções e serviços de manutenção no avião.

Unidade 3: Operar em aeródromos e em circuitos de tráfego reconhecendo precauções e procedimentos relativos à prevenção de colisões. Operar com origem, destino ou trânsito por aeródromos controlados, cumprindo os procedimentos dos serviços de controle de tráfego aéreo e os procedimentos e fraseologia de radiocomunicações. Efetuar procedimentos e fraseologia nas comunicações.

Unidade 4: Controlar o avião utilizando referências visuais externas.

Unidade 5: Voar em velocidades críticas baixas, reconhecendo e recuperando do pré-estol, estol completo e do parafuso, quando possível. Voar em velocidades críticas altas e efetuar saídas de picadas. 

Unidade 6: Efetuar decolagens e aterrissagens normais e com vento de través. Efetuar decolagens de máximo desempenho (pista curta e ultrapassagem de obstáculos) e aterrissagens em pista curta.

Unidade 7: Voar utilizando referência de instrumentos para execução de curvas niveladas de 180 graus.

Unidade 8: Efetuar voo de navegação por referências visuais, navegação estimada e, quando aplicável, com auxílio de rádio navegação.

Unidade 9: Efetuar operações de emergência, incluindo falhas simuladas de equipamentos do avião.

Avaliação e certificação de Piloto Privado de Avião

Durante todo o curso é avaliado o desempenho do aluno. Como o bom aproveitamento das aulas práticas depende do entendimento das aulas teóricas, as duas etapas se relacionam.

A instrução no solo (etapa teórica) é avaliada com uma prova escrita no valor de 100 pontos. O aluno deve ter no mínimo 70% de acertos. E a ausência nas aulas não pode extrapolar 25% do total.

Caso o aluno não atinja a nota mínima para ser aprovado, ele tem direito a uma prova de recuperação. Em caso de reprovação, ele deve repetir o treinamento da Etapa I antes de avançar para as aulas de voo.

Já a instrução de voo é avaliada de forma contínua em cada missão, onde o aluno deverá atingir níveis de proficiência pré-estabelecidos. Ou seja, o aluno não pode seguir para a próxima missão sem comprovar que aprendeu o que foi passado na aula anterior.

Caso o aluno receba nota baixa em algum dos exercícios avaliados, ele será considerado reprovado e deverá fazer uma missão de repasse. Essa missão irá durar o tempo necessário para que o aluno eleve sua nota até o grau desejável.

Portanto, na Etapa II, são considerados os seguintes critérios:

  1. a assimilação dos conhecimentos, verificando a mudança de comportamento do aluno;
  2. a identificação de algumas características comportamentais individuais necessárias para o bom desempenho da atividade por habilidades operacionais comprovadas;
  3. o desenvolvimento das atitudes fundamentais ao piloto com reações rápidas e efetivas;
  4. a compreensão e cumprimento dos procedimentos recorrentes como peso e balanceamento, que deve ser efetuado em todo voo com o preenchimento da ficha e cálculo independente de se saber a condição de balanceamento;

Por fim, o aluno que tiver bom desempenho no curso será endossado pelo instrutor de voo, que irá preencher um documento afirmando que o aluno está apto para prestar a prova final e receber sua licença de Piloto Privado de Avião.

A última avaliação, chamada voo de Cheque, é aplicada por um Examinador Credenciado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). Após a aprovação, o aluno pode abrir o processo de emissão da Habilitação de Voo por Instrumentos na categoria avião e na Habilitação da aeronave voada.

Quer iniciar sua formação como Piloto Privado? Entre em contato conosco e faça seu orçamento.

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