As mulheres na aviação

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Quando éramos pequenos, nos pediram que disséssemos o que gostaríamos de ser quando crescesse. Nossas respostas foram coisas como astronauta, o presidente, cantor, professor, dançarino, médico, advogado, piloto de avião etc… 

Não sei se reparou… Mas as profissões foram colocadas no masculino, será que isso, de fato, indica que as respostas vieram somente por parte dos meninos?

Atualmente, na sociedade em que vivemos, não é difícil encontrar mulheres ocupando essas posições, mas nem sempre foi assim. Apesar de encontrarmos referências femininas nessas profissões, a participação ainda é muito baixa…

Na aviação, por exemplo, não é raro encontrar mulheres que são fascinadas pela área, mas, por falta de representatividade e dominação masculina, não sabem que podem, também, se tornar aviadoras. 

Pessoas como: Amelia Mary Earhart (1897-1939), a primeira mulher a atravessar o oceano atlântico de avião; Bessie Coleman (1892-1926), a primeira mulher afro-americana a tornar-se piloto nos Estados Unidos; Thereza di Marzo (1903-1986), a primeira brasileira a receber a licença para pilotar aviões e Carolina de Assis Repetto (1920- ), a primeira piloto de avião de Minas Gerais, mostraram que é possível sim que as mulheres conquistem muito mais que o céu!

Com certeza não foi fácil, principalmente no contexto em que elas estavam inseridas, o qual havia uma clara distinção dos papéis femininos e masculinos, em que as mulheres eram definidas a partir do feminino tradicional (mães, donas de casa e esposas). 

A mulher ganhou destaque após a 1° Guerra Mundial, e isso representou uma importante fase social, econômica e cultural. Houve uma transformação do papel feminino na sociedade, impulsionando cada vez mais o direito e a participação feminina. 

Com isso, elas passaram a ocupar espaços e a afirmarem ainda mais sua presença no mercado de trabalho e na sociedade.

O Aeroclube de Juiz de Fora está há mais de 83 anos formando pilotos – tanto mulheres quanto homens -, e nós temos a honra de termos em nossa história a participação de Carolina de Assis Repetto, a segunda piloto do Brasil, formada na instituição em 1940. 

Além disso, hoje, o cargo mais alto do ACJF é ocupado por Júlia Zanovello, a primeira mulher a se tornar presidente em um Aeroclube no Brasil!

Acredita que o seu lugar também é na aviação? Entre em contato conosco e faça seu orçamento. ✈️

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